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Lá Como Cá

December 25th, 2007 · 1 Comment

No NY Times, um artigo sobre a Itália que podia ser sobre Portugal:

“The malaise is: ‘I can see all that, but there is nothing I can do to change it,’” said Beppe Severnigni, a columnist for Corriere della Sera.

But, he said, “to change your ways means changing your individual ways: refusing certain compromises, to start paying your taxes, don’t ask for favors when you are looking for a job, not to cheat when your child is trying to reach admission to university.”

“That’s the tricky part,” he said. “We have reached a point where hoping for some kind of white knight coming in saying, ‘We’ll sort you out,’ is over.”

Os problemas de Portugal não são diferentes dos problemas da Velha Europa. Uma estagnação económica que se vai tornando em crise séria. Uma falta de alternativas. Somente, tornámo-nos europeus quando ainda eramos mais pobres. Os outros europeus fizeram-no com um pouco mais de dinheiro.

(via marginal revolution)

Tags: Portugal

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  • 1 O Raio // Dec 27, 2007 at 01:16

    “Os problemas de Portugal não são diferentes dos problemas da Velha Europa. Uma estagnação económica que se vai tornando em crise séria. Uma falta de alternativas. Somente, tornámo-nos europeus quando ainda eramos mais pobres. Os outros europeus fizeram-no com um pouco mais de dinheiro.”

    Discordo completamente. Os problemas de Portugal resumem-se a duas letras, UE (União Europeia)!

    É que Portugal que ao longo da sua História sempre esteve no Centro do Mundo, abandonou este e remeteu-se à periferia da Europa.

    Actualmente Portugal é governado a partir de Bruxelas e Frankfurt (mais de 60% da legislação que é implementada em Portugal já vem da UE) e o problema é que muita desta legislação que até é racional para a Europa tomada no seu todo, para Portugal é perniciosa.

    A este problema acresce outro, o de que a UE é intocável e, portanto, quando as coisas correm mal em Portugal nenhum político nem comentador, nem mesmo jornalista tem a coragem de apontar o dedo aos verdadeiros culpados. Assim atiram-se as culpas de tudo para cima de nós o que nos deprime e um povo deprimido tem uma economia estagnada. O optimismo é fundamental para incentivar a economia e o que está a acontecer é exactamente o contrário.

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