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	<title>Comments on: Não Chega</title>
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	<description>Um texto pode esconder outro. Leia duas vezes antes de avançar</description>
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		<title>By: João Jesus Caetano</title>
		<link>http://blog.luispedro.org/posts/nao-chega/comment-page-1#comment-343364</link>
		<dc:creator>João Jesus Caetano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:32:49 +0000</pubDate>
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		<description>O Luís tem razão quando afirma que os indicadores usados não servem para aferir da excelência dos estudantes portugueses, quando comparados com outros.

Para que fique claro, e sobre literacia científica aferida em 2006, Portugal não consegue melhor do que 3% dos estudantes no nível 5 e uma percentagem resídual no nível 6.  A Finlândia, por exemplo, tem 17% de estudantes no nível 5 e 4% no nível 6.  Os EUA, 8% e 2%, respectivamente. A média da OCDE é 8% e 1%. Só consegui aceder a estes agora, através &lt;a href=&quot;http://nces.ed.gov/pubsearch/pubsinfo.asp?pubid=2008016&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;deste relatório&lt;/a&gt;.

A frase sobre &quot;o sistema português produzir estudantes ao nível dos melhores do mundo&quot; é, portanto, incorreta, embora tenha sido escrita num contexto em que as problemáticas debatidas eram a dos efeitos da retenção e da validade do discurso sobre &quot;facilitismo&quot;. O Hugo Mendes escreveu &lt;a href=&quot;http://pensamentodomeiodia.blogspot.com/2008/07/de-novo-o-pisa-e-porque-que-questo-da.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;um post em resposta a este&lt;/a&gt; onde clarifica a sua interpretação.

Além disso, e para que fique igualmente claro, algumas das suas afirmações neste post são incorretas:

- É falso que alguma vez se tenha defendido o que está escrito no primeiro parágrafo, por exemplo.

- O impacto de Portugal ser um dos países com menor percentagem de alunos no ano modal já tinha sido debatido &lt;a href=&quot;http://goodnight-moon.net/educacao/literacia-cientifica-em-portugal-2/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;, por exemplo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Luís tem razão quando afirma que os indicadores usados não servem para aferir da excelência dos estudantes portugueses, quando comparados com outros.</p>
<p>Para que fique claro, e sobre literacia científica aferida em 2006, Portugal não consegue melhor do que 3% dos estudantes no nível 5 e uma percentagem resídual no nível 6.  A Finlândia, por exemplo, tem 17% de estudantes no nível 5 e 4% no nível 6.  Os EUA, 8% e 2%, respectivamente. A média da OCDE é 8% e 1%. Só consegui aceder a estes agora, através <a href="http://nces.ed.gov/pubsearch/pubsinfo.asp?pubid=2008016" rel="nofollow">deste relatório</a>.</p>
<p>A frase sobre &#8220;o sistema português produzir estudantes ao nível dos melhores do mundo&#8221; é, portanto, incorreta, embora tenha sido escrita num contexto em que as problemáticas debatidas eram a dos efeitos da retenção e da validade do discurso sobre &#8220;facilitismo&#8221;. O Hugo Mendes escreveu <a href="http://pensamentodomeiodia.blogspot.com/2008/07/de-novo-o-pisa-e-porque-que-questo-da.html" rel="nofollow">um post em resposta a este</a> onde clarifica a sua interpretação.</p>
<p>Além disso, e para que fique igualmente claro, algumas das suas afirmações neste post são incorretas:</p>
<p>- É falso que alguma vez se tenha defendido o que está escrito no primeiro parágrafo, por exemplo.</p>
<p>- O impacto de Portugal ser um dos países com menor percentagem de alunos no ano modal já tinha sido debatido <a href="http://goodnight-moon.net/educacao/literacia-cientifica-em-portugal-2/" rel="nofollow">aqui</a>, por exemplo.</p>
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