No Público:
Os prejuízos provocados pela destruição são de cerca de 3900 euros, já que, segundo o ministro, o preço de uma tonelada de milho no mercado é de 230 euros e a mancha destruída na herdade, de cerca de um hectare, equivale a 17 toneladas daquele cereal.
O porta-voz do movimento Verde Eufémia, Gualter Baptista, disse hoje ao PUBLICO.PT que as estimativas de produtividade para um hectare de milho, apresentadas em 17 toneladas, “são excessivas”.
Confrontado com a posição do ministro, Gualter Baptista, afirmou à Lusa que o movimento só pagará uma indemnização ao proprietário do terreno “caso haja uma decisão dos tribunais nesse sentido”.
Tanto respeitinho pela lei. É bonito.
Usando a expressão do rapaz, “partir aquela merda toda” foi bom (partir coisas é fixe).
Agora, pagar a conta, um acto que daria força à afirmação do “nada nos move contra o agricultor”, isso é que já não fazemos. Ia-nos custar do bolso. Somos anti-capitalistas, mas não somos parvos. Tinha de ir pedir mais dinheiro ao meu pai e o cota ia ficar fodido.
Acção directa! Voluntarismo! Excepto, claro, voluntariamente pagar a conta do que se estragou. Isso é má onda. Não é uma cena fixe, como partir aquela merda toda. Que paguem os outros!
2 responses so far ↓
1 pedroromano // Aug 22, 2007 at 00:56
«Confrontado com a posição do ministro, Gualter Baptista, afirmou à Lusa que o movimento só pagará uma indemnização ao proprietário do terreno “caso haja uma decisão dos tribunais nesse sentido”.»
Não é o mesmo que dizer “só pago se for obrigado”?
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